Cérebro Ativo

O cérebro é um órgão fundamental na representação de pessoa que atravessa a cultura ocidental moderna, principalmente porque está relacionado com nossa mente e consequentemente nossas atitudes. Uma idéia bastante divulgada hoje é a de que cada indivíduo se confundiria com o seu cérebro. Aquilo que somos e sentimos seria um produto direto dessa complexa rede de aproximadamente 100 bilhões de neurônios. Essa idéia vem se popularizando entre o público em geral, por meio de diversas formas de difusão dos saberes sobre o cérebro: a divulgação de neurociência propriamente dita.

Mas é fato que há algo de novo no ar: uma onda de ‘ufanismo’ neurocientífico que carrega consigo uma concepção objetiva de pessoa, movida, ao menos em parte, pelo combustível de novas tecnologias de visualização do cérebro, e hipóteses a respeito do que essas imagens podem dizer acerca da subjetividade humana. Assim como o resto do corpo, o cérebro tornou-se mais ‘transparente’ em decorrência de novas técnicas, o que tem possibilitado a divulgação da idéia de que se pode ‘ver’ um pensamento, sentimentos, emoções e doenças mentais.

De certa forma, temos um novo cogito, não mais com a forma penso, logo existo, mas sim uma espécie de existo porque tenho um cérebro que pensa.

No cérebro, o material e imaterial, o físico e o moral, parecem ter um ponto de encontro que historicamente está relacionado à esfera do transcendente, que pode ser visto como o que alimenta a alma, o espírito, daquilo que nos confere individualidade e singularidade. Mas as distâncias entre carne e espírito ou cérebro e mente hoje são outras. Cada vez mais, a ciência propõe possibilidades que funcionam como pontes entre esses pares, uma vez vistos como ocupando polaridades distintas; refiro-me a termos como “moderna biologia do espírito”, como nos fala Changeux (2000) a respeito das neurociências.

Assim como é abordado pelo neurocientista Larry Katz, autor do livro “Mantenha o seu cérebro vivo” , que se baseia no argumento de que, tal como o corpo, o cérebro também necessita de exercícios para se desenvolver em plena forma e equilibrada, a mente também necessita de ser exercitada e estimulada e, desta forma, criou a chamada ginástica neuróbica, que se trata, basicamente, de uma série de exercícios especiais para o cérebro, que devemos incluir nas nossas rotinas diárias.

Nesta mesma vertente, assim como temos carências de suplementos para o corpo, o cérebro também necessita absorver vitaminas, minerais, aminoácidos para se manter em forma.

O neurologista Tarso Adoni explicou que a maioria das queixas de memória em pessoas jovens tem mais relação com falta de atenção do que com qualquer problema de saúde.

Segundo o médico, isso acontece muito por causa do ritmo de vida das pessoas hoje em dia, que pode comprometer muito a atenção e, consequentemente, prejudicar a memória.

Nesses casos, algumas medidas simples já podem ajudar, como dormir bem, fazer atividade física e ainda se alimentar bem. A nutricionista Elaine Moreira explicou que alimentos com glicose são os que mais fazem bem para o cérebro, porque fornecem energia. Além disso, nutrientes como vitamina B12, ômega 3, zinco, ferro, fósforo e cafeína também são bons.

A vitamina B12 é responsável pelo bom funcionamento do cérebro e das capacidades cognitivas como a aprendizagem, memória e concentração. É uma vitamina fundamental para o desenvolvimento intelectual, para a energia e estado de alerta. Contribui para a manutenção do cérebro, fomentando a juventude do mesmo e, por sua vez, retarda o seu envelhecimento e previne o declínio cognitivo que pode levar ao desenvolvimento da doença de Alzheimer bem como outras doenças ligadas ao declínio cognitivo, demência e estados senis.

Presente no Fator H Cérebro, juntamente com outras vitaminas, oligoelementos e frequências vibracionais de cérebro, hipófise e hipotálamo, a vitamina B12 está presente neste suplemento que se apresenta tanto na forma líquida como em gel, contribuindo para uma absorção plena e eficaz, permitindo ampliar o mecanismo cognitivo do cérebro. É determinante na formação do sangue, previne doenças cerebrais e cardíacos, promove uma boa manutenção do sistema nervoso e é necessária eritropoiese – o processo de produção de eritrócitos-, estando também ligada ao processamento de aminoácidos e ácidos nucleicos. É indicada uma ingestão diária de vitamina B12, sendo importante até para mães gestantes, para crianças e, claro, adultos. A dose diária de B12 necessária não é muito elevada, conforme o que preconiza a IDR no Brasil, por exemplo, em que se consome muita carne e variados, poderá existir uma sobre ingestão de tal vitamina.

Para impulsionar ainda mais as funções cerebrais e modular o equilíbrio do sistema nervoso é possível associar o Fator H Power Memória e Bom Humor, uma combinação de aminoácidos essenciais concentrados na medida adequada para devolver a atividade plena da memória e dos sentimentos associados.

Se o stress for causado por situações onde o indivíduo é posto à prova, como vestibulares, concursos, exames médicos, competições esportivas, exposições orais ao público, a DNS encontrou uma solução para estes momentos através do produto Exames e Concursos, um suplemento para reforçar a função cerebral e manter as emoções em equilíbrio nestes momentos tão decisivos na vida do ser humano.

Assim a DNS Elementos Ativos percebe de forma holística o cotidiano da sociedade e tem como propósito contribuir para o bem estar e qualidade de vida das pessoas.

 

 

 

Referências Bibliográficas:

CHANGEUX, Jean Pierre; RICOEUR, Paul. What makes us think?A neuroscientist and a philosopher argue about ethics, human nature and the brain. New Jersey: Princeton University Press, 2000.

Globo.com © 2000-2018 Globo Comunicação e Participações S.A. Exclusivo na Web: Dr. Tarso Adoni fala sobre esclerose múltipla. Disponível em: <https://globoplay.globo.com/v/3730933/ > Acesso em: 27 de jun. 2018.

KATZ, Lawrence C. RUBIN, Manning. Mantenha seu cérebro vivo. 2011.

LOPES AZIZE, Rogerio. A nova ordem cerebral: a concepção de ‘pessoa’ na difusão neurocientífica. Rio de Janeiro: UFRJ/Museu Nacional, 2010. XIII, 281 f.: il, 1v.

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