4 benefícios da amamentação

4 benefícios da amamentação

O início de agosto traz um tema importante para discussão: a Semana do Aleitamento Materno. Também conhecido como Agosto Dourado, a data foi definida pela OMS e a cada ano um assunto é escolhido para que médicos, mamães e sociedade em geral possam refletir à respeito. A amamentação ainda é cercada de dúvidas e até mesmo preconceito, mas se você está se preparando para essa fase da vida, conheça 4 benefícios da amamentação para que você se sinta motivada com essa decisão.

A verdade é que não existe nenhum alimento melhor para o bebê do que o leite da mãe, que conta com vitaminas, minerais, açúcares, proteínas e gorduras necessárias para a alimentação da criança. Porém, existem outros pontos positivos sobre a amamentação, que você vai conhecer a seguir!

Importância e benefícios da amamentação

Importância e benefícios da amamentação

Toda oportunidade de falar e incentivar a amamentação deve ser aproveitada porque o leite é o primeiro alimento que temos contato – e o mais importante até os seis meses de vida do bebê. É por meio do leite que a criança tem sua saúde reforçada e recebe as propriedades essenciais para o desenvolvimento infantil. A força do leite materno é tão grande que, de fato, um bebê não precisa nem de água nesses primeiros meses. O leite possui tudo que o bebê necessita.

Além de ser um alimento completo, a amamentação também traz benefícios para a mãe e para o bebê. Algumas vantagens são:

Reforço no pós parto

O corpo humano é sábio e seus processos em cadeia nos mostram o quanto essa “máquina” é poderosa. Ao amamentar no pós parto, a mulher libera um hormônio chamado ocitocina. Esse hormônio é responsável pelas contrações do útero e a produção dele faz com que o órgão volte com mais rapidez ao tamanho normal, ajudando no processo de recuperação do parto. Justamente por isso, também reduz os riscos de hemorragia pós parto, impactando para que a mulher não desenvolva anemia materna. Ou seja, ainda que se fale sobre a importância do leite para o bebê, sua produção é fundamental também para a saúde das gestantes.

Cuidado com o sistema imunológico

Essa é uma velha máxima utilizada por pessoas mais velhas: o leite fortalece o sistema imunológico do bebê. E diferente de algumas crenças que ouvimos desde o tempo de nossas avós, essa frase é verdadeira. Pelo leite, a mãe transmite seus anticorpos para o filho, protegendo o bebê de infecções e problemas no trato intestinal. Existem pesquisas que mostram que pessoas que tiveram aleitamento materno no período recomendado, tiveram um histórico de desenvolvimento de asma, alergias alimentares ou problemas na pele reduzido.

Desenvolvimento cognitivo e intelectual

Desenvolvimento cognitivo e intelectual

Engana-se quem pensa que o leite materno é “somente” um alimento poderoso, que colabora com a saúde física da mãe e do bebê. A amamentação também influencia no aspecto cognitivo da criança. Alguns pesquisadores afirmam que bebês que são amamentados tem um melhor desenvolvimento cerebral ao longo da vida. Sabe-se que o leite é rico em ácidos graxos poli-insaturados, que são responsáveis por formar os neurônios e favorecer as sinapses nervosas, o que pode ser uma boa relação entre o leite e a cognição do ser humano.

Sem alergias

Quem passa por crises alérgicas sabe o quanto esse processo é desgastante para o corpo. Algumas pesquisas mostram que os bebês que são alimentados exclusivamente com leite materno nos primeiros meses de vida tem menos chance de desenvolver asma ou outras alergias. Uma das justificativas possíveis é o esforço do bebê para sugar o leite, o que faz com que o pulmão se desenvolva de forma completa e se fortaleça contra alergias.

 

Os vínculos afetivos, a queda nos riscos de mortalidade infantil, o fato de ser o melhor alimento para o intestino da criança, entre outros, são alguns benefícios extras que o leite materno oferece. Entretanto, nem tudo são flores e a amamentação pode ser um grande desafio para algumas mulheres.

Maiores dificuldades na amamentação

Por mais que o desejo da gestante seja grande para a amamentação, muitas vezes a realidade se apresenta de forma diferente. Muitas mulheres passam por problemas nesse momento da vida, e a medida que as dificuldades aumentam, a tendência natural é o sentimento de culpa e de incapacidade total.

A dor, por exemplo, é uma das queixas mais frequentes das mamães. Os seios passam por uma fase de adaptação durante toda a gestação, mas é somente no nascimento do bebê que as dores aparecem. O desconforto pode ser causado tanto pela pressão da gengiva do bebê ao tentar sugar, até situações em que o leite “empedra” nos seios, geralmente por conta da alta produção do alimento.

Outro problema é a falta de conhecimento do processo de amamentação. Muitas vezes, o bebê tenta sugar, a mãe ajuda da forma que pode, mas o aleitamento não se desenvolve. Nesses casos, o ideal é procurar apoio médico, em bancos de leite ou com doulas para aprender o jeito correto de amamentar. Pode ser que algumas consultas sejam necessárias, mas isso também tem relação com a adaptação, tanto do bebê quanto da mãe.

O fator psicológico acaba influenciando bastante para que a amamentação não seja tão prazerosa quanto se imaginava. Se na gestação o emocional estava a mil com as novidades que iriam chegar, no pós parto, além dos hormônios desregulados, o fato de não conseguir amamentar deixa a mulher ainda mais abalada. A terapia pode ser uma boa solução, assim como buscar ajuda de profissionais da saúde. Você também pode usar uma essência vibracional floral para auxiliar no aleitamento e na gestação. O grande benefício desse tipo de produto é que não causa danos colaterais para a saúde da mãe ou do bebê (já que não é um remédio), mas vai ser de grande apoio para o reequilíbrio emocional.

Por fim, vale lembrar que todos os esforços são válidos para conseguir amamentar. Porém, se você não se sentir capaz de seguir tentando, não se culpe: outros elementos vão ajudar a criar os vínculos entre a mãe e o bebê, e com suporte médico nutricional, você pode oferecer uma alimentação adequada para seu filho. Cada mulher tem sua própria experiência, e nenhuma delas faz de você “menos mãe”. O ideal é aproveitar essa fase especial com seu bebê, da melhor forma possível.

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